Tipos de empréstimo


O que é empréstimo?

Empréstimo é a palavra usada para representar uma certa quantia em dinheiro que é concedida a alguém, por um banco ou por outros meios. Esse montante é concedido mediante um contrato assinado por ambas as partes: credor e devedor. A quantia que foi emprestada deve ser devolvida dentro do prazo determinado no contrato, podendo ser acrescida de juros. O credor (quem concedeu a quantia em dinheiro) pode fazer suas próprias exigências e critérios, as quais, quem se interessar pelo empréstimo, deve cumprir.
Independente do valor, o valor emprestado pode ser pago com antecedência, se assim o devedor quiser. O pagamento antecipado com redução proporcional dos juros, é um direito do cliente, garantido pelas normas do Conselho Monetário Nacional. As empresas que oferecem empréstimos financeiros devem informar antecipadamente quais são as condições para antecipação do pagamento.
Confira a seguir os tipos de empréstimo.

Pessoal

O empréstimo pessoal é o tipo mais acessível de todos. Qualquer um pode se dirigir a uma agência financeira ou banco e solicitar um empréstimo do valor que desejar. A única dificuldade que pode ocorrer durante esse processo, é na hora da entrega da documentação comprobatória. Geralmente a agência ou banco vai analisar seu crédito de forma muito rigorosa, o que dificulta a concessão de empréstimo para todos que queiram.
Além disso, muitos ambientes exigem muita documentação e comprovação, muita burocracia, o que demanda bastante tempo por parte do solicitante. Outro item que não pode ser ignorado são as taxas de juros. Muitas vezes, no empréstimo pessoal, as taxas de juros são extremamente altas. Por esses motivos, novamente é importante se lembrar de analisar ao CET – Custo Efetivo Total.

Consignado

O consignado é um dos tipos com os juros mais baixos existentes no mercado. Obviamente é o mais indicado por especialistas. Mas esse tipo infelizmente não está disponível para todos que quiserem. Ele só é oferecido a aposentados e pensionistas do INSS, e a quem trabalha em uma empresa que tenha convênio com algum banco, sendo assim oferecido como um benefício aos funcionários. Aí estão os motivos das taxas de juros serem tão baixas: os bancos têm a garantia que irão receber o pagamento do empréstimo em dia. Afinal, as parcelas da dívida são descontadas diretamente da folha de pagamento.
No empréstimo consignado, o banco só pode descontar até 30% do salário do devedor. Pode acontecer de alguns bancos cobrarem além da parcela do empréstimo, taxas de avaliação de crédito, tarifas de cadastro, e eles podem tentar embutir seguros no empréstimo. Por isso, é essencial que você preste atenção no CET – Custo Efetivo Total. Essa taxa inclui todos os custos envolvidos, inclusive juros.

Cheque Especial

O cheque especial é um limite a mais que é concedido pelos bancos na conta dos clientes, e costuma ser bem grande. Ele pode ser utilizado sem necessidade de contratação ou aviso prévio à agência. Muito simples, não é mesmo? Mas esse tipo de empréstimo tem um porém: as taxas de juros são extremamente altas. Muito mais altas que as outras formas de empréstimo. O valor que você pegar emprestado e não pagar, pode duplicar, triplicar mais rápido do que você percebe. Por isso o cheque especial é um empréstimo perigoso, que deve ser evitado. Mas se for utilizado que seja observado de perto, com muita cautela, e que seja pago o mais rápido possível.

Rotativo

O rotativo é um empréstimo relacionado ao cartão de crédito. É um limite adicional de emergência concedido pelo banco. Na hora do pagamento da fatura do cartão de crédito, existe a opção de pagar um valor mínimo. Mas fique atento: quando é feito o pagamento mínimo da fatura, significa que o resto do dinheiro que seria necessário para pagar, foi pego emprestado com o banco. Quer dizer que no mês seguinte esse empréstimo virá na fatura, com juros altíssimos aplicados encima do valor. Esse é o empréstimo rotativo, e deve ser evitado, já que os juros geralmente são abusivos.
Com uma nova regra aplicada em abril de 2017, o banco não pode mais deixar essa dívida se acumular por meses e meses como era antigamente. Agora, o banco deve fornecer ao cliente possibilidades de financiamento da fatura, sem que o cliente tenha que utilizar do rotativo mais uma vez.

Confira essa matéria do G1 sobre o rotativo do cartão de crédito.

 

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